Ana Luísa Amaral

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Noutros projetos

Grande Prémio de Poesia APE/CTT (2007)

Prémio P.E.N. Clube Português de Novelística (2014)

Premio Internazionale Fondazione Roma: Ritratti di Poesia (2018)

Prémio de Ensaio da Associação Portuguesa de Críticos Literários (2018)

Prémio Livro do Ano de Poesia - Librerias de Madrid (2020)

Prémio Leteo (2020)

Prémio Literário Guerra Junqueiro (2020)

Prémio Virgílio Ferreira (2021)

Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-americana (2021)

Ana Luísa Amaral (Lisboa, 5 de abril de 1956Porto, 5 de agosto de 2022) foi uma poetisa portuguesa, tradutora e professora de Literatura e Cultura Inglesa e Americana na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Ana Luísa Amaral nasceu em Lisboa no dia 5 de Abril de 1956 e vivia, desde os nove anos, em Leça da Palmeira. Tinha um doutoramento sobre a poesia de Emily Dickinson e as suas áreas de investigação eram Poéticas Comparadas, Estudos Feministas e Estudos Queer.[1] Era Professora Associada da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde integrava também a direcção do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa.[2] Tinha publicações académicas várias em Portugal e no estrangeiro.

Foi autora, com Ana Gabriela Macedo, do Dicionário de Crítica Feminista (Porto: Afrontamento, 2005) e preparou a edição anotada de Novas Cartas Portuguesas (1972), de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa (Lisboa: Dom Quixote, 2010).[3][4][5]

Organizou, com Marinela Freitas, os livros Novas Cartas Portuguesas 40 Anos Depois (Dom Quixote, 2014) e New Portuguese Letters to the World (Peter Lang, 2015). Coordenou o projecto internacional financiado pela FCT Novas Cartas Portuguesas 40 anos depois, que envolveu 13 equipas internacionais e mais de 15 países.[6]

Tinha feito leituras dos seus poemas em vários países, como Brasil, França, Estados Unidos da América, Alemanha, Irlanda, Espanha, Rússia, Roménia, Polónia, Suécia, Holanda, China, México, Itália, Colômbia e Argentina.

Em torno dos seus livros de poesia e infantis foram levados à cena espectáculos de teatro e leituras encenadas (como O olhar diagonal das coisas, A história da Aranha Leopoldina, Próspero morreu ou Amor aos Pedaços).

Obteve diversas distinções, como a Medalha de Ouro da Câmara Municipal de Matosinhos e a Medalha de Ouro da Câmara Municipal do Porto, por serviços à Literatura, ou a Medaille de la Ville de Paris, e diversos prémios, entre os quais o Prémio Literário Correntes d’Escritas, o Premio di Poesia Giuseppe Acerbi, o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio António Gedeão, o Prémio Internazionale Fondazione Roma, Ritratti di Poesia, o Prémio PEN, de Ficção, o Prémio de Ensaio Jacinto do Prado Coelho, da Associação Portuguesa de Críticos Literários, o Prémio Literário Guerra Juntqueiro, o Prémio Leteo (Espanha), o Prémio de Melhor Livro do Ano dos Livreiros de Madrid, o Prémio Vergílio Ferreira, o Prémio Literário Francisco Sá de Miranda, ou o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana.

Os seus livros de poesia estão editados em vários países como Estados Unidos da América, França, Brasil, Suécia, Holanda, Venezuela, Itália, Colômbia, México, Reino Unido e na Alemanha.

Em 2021, saiu no Reino Unido um livro de ensaios sobre a sua obra, pela Peter Lang Publishing, com o título The Most Perfect Excess: The Works of Ana Luísa Amaral (org. Claire Williams).

Tinha um programa de rádio, com Luís Caetano, na Antena 2, chamado O Som que os Versos Fazem ao Abrir.[7]

Morreu em 5 de agosto de 2022, aos 66 anos.[8]

Foi autora dos livros:[1][9][10]

Estados Unidos da América

Alemanha

Eslovénia