Tiroteio em escolas

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Tiroteio em escolas é uma modalidade de violência perpetrada com arma de fogo em que o alvo é o ambiente educacional, definido pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos como "local deliberadamente escolhido para o ataque"[nota 1][1] e provocam grande impacto na sociedade, sendo uma tragédia que revela a crueldade do autor sobre estudantes e professores indefesos, num ambiente que se destina à preparação dos jovens para o futuro.[2]

Em geral os atiradores são solitários, embora em dois casos nos Estados Unidos agiram em duplas.[2] Até o ano de 2012 foram registrados em todo o mundo cerca de 400 ataques em escolas; cerca de 87% dentre os que atiraram contra alunos nos últimos 45 anos foram estudantes que sofreram bullying na própria instituição.[2] Entretanto, há casos em que funcionários da instituição foram os autores, como o diretor da escola de Droyssing, na Alemanha, que atirou contra os alunos matando três e ferindo igual número, sendo depois linchado por moradores próximos ao lugar que ouviram os tiros.[2]

Nos Estados Unidos o primeiro caso de tiroteio em escola registrado foi o de Brenda Ann Spencer que, em 1979, munida de um rifle atirou contra a escola que ficava do outro lado da rua de sua casa, matando o diretor e um funcionário, ferindo oito crianças e um policial - alegando, depois de tê-lo feito, que o motivo seria por "não gostar de segundas-feiras"; Brenda teria, ainda, servido de inspiração a outros atiradores do seu país - inclusive um que ocorreu dez anos depois contra uma escola com o mesmo nome daquela que atacara: Cleveland Elementary School.[3] Este também teria sido o primeiro ataque em escola feito por uma mulher.[4][5]

No Brasil o caso mais grave foi o chamado Massacre de Realengo na Escola Municipal Tasso da Silveira, perpetrado pelo ex-aluno Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, que invadiu o lugar armado com dois revólveres disparou contra os alunos, matando doze deles, para ao fim cometer suicídio.[2]

Recentemente, notou-se um aumento considerável no número de ataques a escolas em um curto espaço de tempo, a seguir podemos observar uma tabela que resume quantitativamente esses ataques:[6]

Flores diante da Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, no Brasil, alvo de tiroteio em 2019